08/04/2003
 
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Calma Xícara, que seu pires está a caminho...

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07/04/2003
 
Reparem ali ao lado um banner bem bacaninha, do novíssimo site MICOCARD. Você está cansado de pagar mico? Bobagem... Com o Micocard você paga, e ainda pode parcelar!

E agora chega, hoje só amanhã. Pra terminar com chave de ouro esse surto de hoje, duas coisas:

1:Aninha e Red Head estão devidamente linkados. EBA!!!!





2

Que palavrão você é?



 

 
Dando continuidade ao meu momento "sentimental eu sou..."

All you need is love - Love is all WE need

Vi ontem no "Fantástico" (ai, esse meu fim-de-semana cheio de aventuras...) que a Igreja Católica AINDA condena o homossexualismo, que é visto como anormalidade digna de tratamento psicológico. Não me espanta. Instituição cheia de dogmas e preconceitos, a Igreja Católica parou no tempo e não se adaptou à nenhuma evolução. Não por acaso, perde fiéis e o que é pior, credibilidade (que já é abaladíssima). Agora, me diga: o que eles têm a ver com isso? Nada! Por mais óbvio que seja, pelo que eu saiba, o importante é ser feliz. E cada um é feliz de uma maneira. Simples assim.

Acho engraçado que algumas religiões não evoluam. Que muitas delas ainda sigam preceitos moralistas, ao invés de servir ao real propósito da palavra religião, que é RE-LIGAR o homem ao espírito, a Deus, enfim, ao dito "plano astral". Vivemos já cheios (nos sentidos literal e figurado) de regras, muitas delas bem bocós. Ao optar por uma religião, acredito que procura-se muito mais respostas e alento do que preceitos e punições ao que você fizer, deixar de fazer ou pensar ( a não ser em alguns muitos casos, onde as pessoas procuram uma linha de comportamento a seguir, carentes que são de maiores perspectivas. Ou então trocam o vício da bebida/drogas pelo vício na igreja. Mas continuam viciadas).

Exatamente por esse objetivo de "religar" o homem a Deus, a religião deveria ser despida de qualquer tipo de preconceito. Afinal, apesar de não ser católica, sei que um dos mais importantes preceitos é "todos são iguais perante a Deus". Alguma novidade nisso? Claro que não. Mas mudar a visão arraigada de mundo de algumas religiões é igual a querer mudar a cabeça do Bush ou do Saddam. Sem contar que na guerra ou na igreja, há interesses muito maiores que somente o bem-estar do povo.

Não é só a Igreja Católica que cultiva preconceitos não. Não sou especialista em nada, muito menos em religião, mas o que era pra ser sagrado acaba virando retrato de uma sociedade estragada. O que era pra ser um caminho de respostas e auto-conhecimento, vira apenas reflexo de egos de quem cria as leis das igrejas (que são interpretadas ao bel prazer de cada uma). Ou seja: nada muito diferente do que vivemos no trabalho, no dia-a-dia. Num mundo cheio de intolerâncias, acho que poderíamos resgatar o velho "Paz e amor", porque preconceito nunca levou a lugar algum - a não ser a guerras, sejam elas pessoais ou mundiais.
 

 
PAZ

Acabei de acabar minha prova bimestral de Ingreis. Prova de redação, porque o curso chama-se Writing I. Acabei e vim terminar de colocar minhas idéias no lugar e no meu blog.

Sabe o que eu quero? Além de uma massagem nas costas feita por um massouterapeuta, e não por um boboboy, eu quero PAZ interior. Meu estômago pede muito isso, inclusive.

Ninguém entendeu? Não é para entender. Ninguém discutiu comigo hoje, mas simplesmente PAZ é tudo o quero ter na vida, que já é agitada demais, conturbada demais. Pronto, desabafei um pouco.
 

 
Solidão é LARVA*, que cobre tudo... ou De coração, pra coração

(*um oferecimento de minha amiga Lu, que sempre canta assm, mesmo sabendo que larvas são nojentas e se elas cobrirem alguma coisa dá até ânsia de vômito)

O que mais se encontra hoje em dia? Olhe ao seu redor, pense nos seus amigos. Pense em sua vida amorosa, na vida amorosa deles. Pois bem, uma das coisas que mais se encontra hoje em dia é exatamente o não encontrar. Pessoas que não se encontram, destinos que não se cruzam, cometas que não colidem... Das pessoas que conheço, poucas vivem um relacionamento. Ou estão apaixonadas. Triste ter o coração vazio. E quanto mais vazio, maior a ansiedade de preenchê-lo. E o que era pra ser história de busca pelo amor, acaba virando compulsão.

Tudo o que fazemos é demais. Trabalha-se demais para ter o dia preenchido. Fala-se demais para que a mente fuja. As atitudes compulsivas são uma forma de fugir, de preencher, de sobreviver a um mundo onde é normal sentir-se sozinho no meio de um monte de gente. Como é possível sentir-se sozinho cercado de amigos ou colegas? Numa balada? É possível sim. Ri-se muito, dança-se muito, fala-se muito. É divertido. Mas falta alguma coisa. Até pro mais xavequeiro da face da terra, até pro mais desencanado dos seres viventes.

E aí, quando aparece a possibilidade de um lesco-lesco que seja, de uns beijinhos no escurinho do cinema, nos agarramos naquilo, sozinhos que estamos. E a queda é maior. Seria isso a síndrome do conto de fadas? A impossibilidade de sermos resgatados por um ser maravilhoso, que com um beijo nos desperta de nossa vidinha "mais ou menos" - ou seja, a realidade - nos torna cada vez mais solitários de carteirinha.

Acho que hoje (escrevi isso sábado) fui atingida pela dança da solidão - passei o dia todo trabalhando, queimando meus neurônios, e não tive nem dinheiro nem disposição para sair. Várias amigas minhas ficaram em casa por opção, coisa impensável há uns 3 anos. Cada vez mais encontro mais Bridget Jones e Rob Flemings por aí. O mundo está cheio deles. Eu sou um deles. Será mesmo preciso ficar só pra se viver? Com certeza não. Meu consolo é que a Bridget se deu bem, o Rob também, e uma das estrofes finais de "Dança da Solidão" é: apesar de tudo existe, uma fonte de água pura, quem beber daquela água, não terá mais amargura...

É.... O que um sábado chuvoso e feio de trabalho não faz com um ser humano...

 

04/04/2003
 
A sua bença, Pai Zé das Internéti

Ontem fiquei até mais tarde para conseguir terminar parte de meu trabalho escravo e responder e-mails de mais de uma semana atrás que eu estava devendo.

Em determinado momento senti a sombra da bondade pairando sobre a minha pessoa. Fechei os olhos e me vi cercada de cabeleireiro, manicure, pedicure, massagista e figurinista, este último me trazendo um modelito ma-ra-vi-lho-so. Pensei: “nossa, como estou me sentindo melhor agora!” E quando abri os olhos, vi um senhorzinho com uma camiseta de propaganda da Compaq e um cabo de rede na mão olhando amorosamente para mim. Ele tinha carapinha branca, sorriso sincero e parecia conseguir resolver todos os meus problemas. Mesmo assim me assustei. Não é todo dia que se tem uma visão assim...

Foi quando ele me disse:

- ÊÊ, fica carma, mizifia, qui eu sô Pai Zé das Intenéti, e vim aqui lhi azudá. Vassuncê passô por muitos pobrema essa semana, e eu vô benzê seu micro pra que ele não fique mais faiando. Vô tumém benzê a mizifia, qui passô mal dos estrômbo i ainda ficô muito cheia dos trique-trique, brava igual siri na lata. E vô tamém...
- Não, peralá. Eu não cheirei nada, não bebi, não fumei. Acredito em espíritos e tal, mas até a enxergar o espírito de um pai de santo moderno é demais.
- Mizifia, respeita esse véio. Esse véio foi um dos precursô do mundo das internéti. Sô o espríto protetô do Bill Gates. Eu guio aquele hômi, e ele contruiu aquele império do monopólio com as minha benzedura.
- EPA! Se o senhor ajudou Bill Gates, me sinto até honrada... Ele é milionário, o senhor podia olhar por mim também...
- Mizifia a ganânça é instrumento dos perdedô. Pai Zé protege Bill, mas Pai Zé não tem preconceito. Pai Zé azuda os usuário de Linux tamém. Pai Zé conseta placa de rede queimada, azuda as intenéti a ficá mais veloz, e ainda dá surra de cabo de rede nos usuário que fica o dia todo e a noite toda grudado na frente dos computadô. Pai Zé benze e manda os maus espríto da intenéti lenta pro reino do beleléu. E tudo isso por apenas R$1,99. Sô tamém amigo dos Exu do Winamp, que seu amigo Marcaurélio discubriu.
- Caramba!!! A visão que tive de manicure, pedicure e massagista foi o senhor que proporcionou?
- Foi, mizifia, pra mó di vassuncê ficá mais carminha. Eu podia ter trazido o Du Moscovis pra vassuncê, mais ele tá muito ocupado, e a mizifia tá muito acabadinha essa sumana, o Du ia si assustá.
- GRRRRRRRRRRRRRRRR
- Calma mizifia, lembra que vassuncê pricisa controlá seus instinto de minina nevósia.
- Mas como o senhor vai me ajudar? Essa semana foi mesmo muito pesada, acabei me desentendo com um amigo, passei mal, tenho trabalho que não acaba mais...
- Mizifia pricisa fazê um dispacho pros espríto protetô dos blógui protegê, vassuncê pricisa tamém dá um banho di sar grosso em vassuncê e no seu micro.
- Mas se eu molhar o micro...
- Mizifia tá obviamente duvidando das intelizênça do nego véio. Passa um paninho embebido em água com sar, não é pra zogá água na sua máquina. I aí entra no meu site e faiz o download do ebó da galinha preta pros espríto protetô.
- DOWNLOAD?????
- Essa mizifia é muito besta mesmo. Download, mizifia, baixar arquivo pelas intenéti, sabe? Vassucê baixa o ebó, acende uma vela branca e põe do lado uma foto sua e uma placa de vídeo véia. Reza o pai nosso, põe um cabo de impressora enrolado no pulso, dá trêis pulinho na perna esquerda e fala trêis veiz: “eu sô forte i sô bunita, não tenho a alma aflita. Sô intelizente i competente, controlo a minha mente. Sô uma vencedora, e tento sê escritora. Enquanto o dinheiro não vem, vô trabaía bem. Eu amo meus amigo e amo minha famía, eu faço das difuldade um degrau pra minha felicidade.”
- Nossa, mas que é isso? Que coisa estilo Walter Mercado...
- Mizifia pricisa di azuda e não pode tê preconceito. Fica na paiz, que vô atendê outro chamado. Uma amiga sua tá com uns probrema nos speedy...
- Mas Pai...

E ele sumiu. Escafedeu-se. Fui até a recepção e pedi pra me beliscarem. Depois do beliscão, parei para pensar e vi que estou me sentindo melhor. Agradeço a Pai Zé das Intenéti pela graça alcançada.
 

03/04/2003
 
E atenção: está lançada a campanha em rede blogal "nacional":



A Marcela é uma moça muito legal. Muito sensata. Muito simples. E namora com Drex, o rapaz mais ponderado que eu conheço, e que escreve muuuito! Mas quem diria que Marcela teria taaantas historinhas para contar. Marcela, faça o favor e compartilhe-as conosco!

Agradecimento: moskito McFly (viva o moskito!!!\o/)
 

02/04/2003
 
(Meu micro voltou, e agora menos pior. Minha máquinha foi reformatada. IEBA!!! VOLTEIIIII!!!!!!)

Nesses dias que postei pouco tive várias visitas de gente nova. O Dinossauro, o Cachorro(pato), o RedHead, e também a Aninha, que já tinha passado por aqui, mas outro dia me mandou uma foto linda do Cirilo!!!!

CAMILA MOMENTANEAMENTE INTOLERANTE

O sub-título do meu post é exatamente isso que está escrito (sério? puxa!!! se vc não me dissesse...). Não sei por que, mas estou numa fase meio impaciente. Não é com ninguém em especial, mas com determinadas situações. E aí aciono o meu lado "Camila UCLA" e solto fogo pelas ventas. Sou brava mesmo, preciso aprender a controlar isso.

DEMISSÕES EM MASSA

Ontem um monte de gente foi mandada embora aqui no meu trabalho. Gente que trabalhava aqui há anos. Gente que eu achava que já era patrimônio da empresa. Isso não existe. Não existe gente insubstituível. Mas agora o clima por aqui é pior do que antes. Muita gente muito chateada, muita gente com medo de ser a próxima vítima...

(e atenção, esse post acaba de ser modificado seguindo as recomendações sensatas de meu amigo Marcos Cabeção)

Quando vejo alguém dizendo que trabalha há trocentos anos num lugar, e mais ou menos no mesmo cargo, acho até triste. Porque muitas vezes esse tipo de pessoa se torna dependente total do emprego, se dedica ao máximo, ou pior, se acomoda, e aí vem a crise, a mudança na política da empresa e ó: bye bye baby.
 

01/04/2003
 
Putz, estou meio off... Ontem passei muito mal provavelmente porque os franguinhos apimentados com molhos e manteiga picante do Hooters não me caíram bem. Ontem trabalhei somente das 10 às 16, e fui pra casa. E hoje, meu micro no trabalho resolveu pifar de vez. Não vou nem xingar o bichinho, porque só ele pifando de vez para resolverem formatar minha máquina...

Depois desse almoço light de domingo, me prometi nunca mais comer esses franguinhos Hooters, que são muito bons, mas caem muito mal em estômagos sensíveis como o meu. Pois é, até u passar mal não tinha consciência da sensibilidade de meu estomaguinho.

Valeu por todos os comentários deixados no meu último post. Como eu disse, é coisa de momento, não é crise existencial não.

Gravata, já deixei um comentário nos meus comentários, mas vou reforçar: se é frescura ou não, o blog é meu e eu escrevo quantas frescuras eu quiser. Que coisa, rapaz!

Bom, eu volto à ativa quando meu micro voltar à ativa.

Beijos!
 

28/03/2003
 
Hoje eu acordei muito estranha. Cansada, porque cheguei em casa às duas de la matina, depois de muito papo bom e risadas com Maninha, Rê, Natygirl, Dulce, Gravata e Marcelo (na boa, vai sem links mesmo). Mas acordei com o espírito de "what the hell am I doing here?".

Não é uma crise existencial não, é só momento. Hoje tive vontade de desfalecer. Como se o fato de desfalecer fosse me tirar um pouco da realidade, fosse me mostrar aquilo que preciso enxergar. Como se quando eu voltasse a mim, houvesse a possibilidade de tudo estar diferente. Eu andava pelos corredores daqui enquanto aplicava exame de Inglês, olhava para o chão e pensava que seria ótimo sumir por instantes. Talvez o desfalecer seja uma viagem interior. Ou talvez eu esteja viajando forte (o que não é muito difícil).

O fato é que em determinados momentos, eu olho pra trás e acho que fiz coisa errada. Ou que não fiz coisa nenhuma. Que deveria ter tentado. Pensei hoje que agi errado em alguns momentos marcantes de minha vida esse ano, mas agora já não adianta mais. Triste isso, né?! Ruim trabalhar assim. Hoje quase assassinei o telefone daqui e joguei meu micro pela janela... hehehehe
 

 
Momento DIDO deprê

Honestly OK

I just want to feel safe in my own skin
I just want to be happy again
I just want to feel deep in my own world
but I'm so lonely I don't even want to be with myself anymore
On a different day if I was safe in my own skin
then I wouldn't feel so lost and so frightened
But this is today and I'm lost in my own skin

And I'm so lonely I don't even want to be with myself anymore


Slide

Even on a day like this when you're crawling on the floor
Reaching for the phone to ring anyone who knows you anymore
It's all right to make mistakes
you're only human
Inside everybody's hiding something

Staring at the same four walls, have you tried to help yourself
The rings around your eyes they don't hide, that you need to get some rest

It's all right to make mistakes
you're only human
Inside everybody's hiding something
Take time to catch your breathe and choose your moment

Don't slide

Even at a time like this when the morning seems so far
Think that pain belongs to you but it's happened to us all

It's all right to make mistakes
you're only human
Inside everybody's hiding something
Take time to catch your breathe and choose your moment

Don't slide

You brought this on yourself
and it's high time you left it there
Lie here and rest your head
and dream of something else instead

Don't slide
 

27/03/2003
 
For someone I deeply love...

Ele olha para ela e vê uma menininha. Ainda aquela garotinha mirrada, de óculos maiores que o rosto e muito tímida. Apesar de terem muitas briguinhas, de pai e filha, de ciuminho, de quem se ama, ela sempre fora sua menininha. Sempre tão quieta. De uma quietude quase previsível.

E a menininha cresceu. E por mais que ele ainda a veja como uma menina, por mais que ele queira que o tempo se congele para que sua garota continue sempre olhando para ele com devoção; não adianta. Ele quer ser senhor de algo livre e arrebatador: o tempo. E o tempo, a cada hora lhe parece mais inimigo, mais desconhecido.

E sua menina é uma jovem. Jovem mulher. Mulher. Ele próprio é dotado de uma linda juventude. Um encanto pueril quase inexplicável.

E ele olha, olha e olha para aquela menina-mulher e a acha tão distante. Tantos interesses diferentes. Tanta coisa nova. E quantos telefonemas! Deus do céu, quantos telefonemas! Intermináveis. Inúmeros. E quase sempre seguidos de buzinas de carro parando na porta. Ah não! Mais um “mané” que a leva embora. Mais uma amiga que chega. E lá se vai sua não mais tão menina. Essa estranha.

E ele tenta compreender. Seu coração já é tão confuso, como compreender o coração dela? Como protegê-la agora? Como tirar dela os sofrimentos, afastar a dor que ela venha a sentir?

Sua garotinha mirrada tem uma vida e ele sente que perdeu um pouco do espaço. Mas mal sabe ele que, para ela, o amor de pai-filha dos deles é uma das coisas mais lindas e puras de sua vida. E, para ela, a maior alegria seria conversarem e ela poder contar suas coisas de moça. E, para ela, o amor do pai é algo tão forte, tão incompreensivelmente forte, que a possibilidade de não tê-lo por perto a faz chorar.

E assim eles seguem. Com um amor imenso. Ele, assustado com sua menina. E ela, esperando que ele a entenda.
 

25/03/2003
 
Paciência e Trabalho

São 6 e meia da tarde, e eu entrei às 8 de la matina aqui no trabalho. E não deu para fazer tudo o que eu tinha para fazer no dia de hoje. Aí vão me falar: pára de postar e trabalha. Aí eu respondo: sabe quanto tempo levei para colocar esses posts de hoje? No máximo 20 minutos. Então eu teria saído 20 minutos atrás? Quanta diferença... A verdade é que meu blog é definitivamente meu "cigarro", meu momento de desestressar, de escrever qualquer coisa e esquecer, nem que sejam por meros 20 minutos, da minha rotina chata.

Atualmente tenho estado mais tranüila quanto ao meu trabalho porque tenho objetivos muito bem estabelecidos aqui. Quero conquistar algo muito, muito importante para mim. Portanto, eu fico bem, porque sei que devo trabalhar pelo menos até o final do ano para conseguir o que quero. Mas se não fosse isso, acho que estaria meio desesperada. Meu serviço não é somente atendimento ao público, inclui muitas e muitas outras coisas, burocráticas e operacionais (concluindo: chatinhas), mas eu percebi, ainda que tardiamente que não tenho o dom para atender o público.

Isso é dom. Não é à toa que quero trabalhar com traduções. Eu, meu cliente e meus dicionários. Claro, computador também. Mais ninguém. Ninguém me ligando e achando que eu falo "regiane" ao invés de "exames". Ninguém com gerundismos ("gostaria de estar sabendo como faço para estar prestando"). Parece pouca coisa, mas me falta paciência nesse ponto. Falta mesmo, eu admito. Tenho uma paciência de jó com muita coisa, mas não nesse caso.
 

 
Viram só? Agora ali ao lado, logo abaixo do meu perfil, há um link para meu e-mail. Ueba! Há tempos queria colocar isso, mas minha incompetência em HTML, templates e afins não havia permitido isso. Mas Maninha me deu um help-desk.

Incluí também três links. Um, do Red Nights do Róbers, que eu estava devendo colocar link. Os outros dois são do Mr. Limão Azedo, e da EuMesma; dois fofos que sempre aparecem por aqui, comentam, e que eu sempre vou lá, no blog deles xeretar e comentar também.

Terceira "revolução templeisística": com ajuda de Marco Aurélio, ao passar o mouse sobre os links aparece uma simpática mini-janelinha com o nome do autor do blog. IUPIIIII!!!! (Drex havia me ensinado quinta passada, mas eu esqueci. E Gravata deu o aval final, conferindo se eu tinha colocado todas as aspas direitinho)

Ah sim, eu não entendo lhufas de comandos em HTML. Por isso, solicitei ajuda de taaantos amigos. Afinal, amigos são para essas coisas´!
 

 
CARACÓLES
 

 
Vamos ver se as mudanças no meu templeiti deram certo...
 

 
Momento Vaidosinho

O Ale, num momento de insanidade e "perca" de seu juízo, resolveu me premiar. Eu, que sou doidinha, mas não sou besta, resolvi colocar o prêmio pra que role uma apreciação por parte de meus 6 leitores. Valeu Alê!!!!! Sou puro orgulho de mim mesma e referente à minha pessoa! ;-)

Participe!
 

24/03/2003
 
Chegou o que vocês mal podiam esperar que fosse publicado! SIIIMMM!!! Mais uma história de um boboboy!!!! Você vai chorar (de raiva), vai se divertir (vai ser anta assim lá na terra dele), vai se emocionar (a heroína deu a volta por cima)!!! É com grande prazer que apresento...

Deus e a Diaba na Terra do Pão de Queijo – ou – O Dia em que Deus perdeu pra Capeta


Roseâmely entrou na sala de aula da faculdade absurdamente e incontrolavelmente eufórica:
- Galera, fiquei com o homem mais gato daqui. Não. O homem mais gato do muuuuundo!!!

E enquanto as amigas decidiam se davam água com açúcar para ela se acalmar, ou se jogavam a água na cara dela, Roseâmely (Rose, para facilitar minha escrita) abriu a torneirinha de palavras:
- Meninas, beijei o PEDRO. Aquele tudo-de-bom! Aquele monumento. Aquele Adônis reencarnado. Aquele...
- Não acredito Rose! O Pedro ternurinha? (ele tinha esse apelido por ser gostoso e meigo)

E aí começaram as perguntas:
- O quê? Aquele da pele morena açúcar mascavo? Aquele do cabelo liso e preto e sedoso? Aquele Deus índio?
- Sérioooo? Ai, aqueles olhos cor de mel.... Aquela boquinha de cereja transgênica...

E, enquanto contava a história, Rose ia se lembrando: Pedro começou o ritual do pré-coito através do mais óbvio: olhares penetrantes. Bastava ele olhar, e ela já acionava internamente a manjada musiqueta da novela das oito em seu íntimo (pela luz dos olhos teus, bla bla bla).

Foram dias de olhares pelos corredores da faculdade. Ai, aqueles olhos nus, aqueles raios de luz... Depois começou a conversinha pra boi dormir. “Eu estudo Ciências Sociais, e você” “Você gosta de ler?” “Você quer me beijar?” – e Rose até gostou desse ímpeto caçador do rapaz. Afinal, por que fazer charme? Com 99% das mulheres pagando um pau por Pedro? Imagina...

E o beijo. Ai, o beijo. Aquilo não foi um beijo. Foi um turbilhão. Foi um caminhão da Roto-Ruter invadindo seu ser. Parecia comemoração do Penta na copa do mundo dentro dela. Que boca! Que lábios! Que abraços! Que mãos voluntariosas! Ui!

As amigas, estupefatas e com aquela pontinha de inveja, sorriam para Rose. Claro que pensavam o clássico “o que ela tem que eu não tenho?”, mas a felicidade da amiga era contagiante.
- Cuidado que ele é cafa, viu? – disse uma.
Mas Rose nem deu ouvidos. Ele era demais, e ela sabia se cuidar. E ficaram umas duas semanas no festival da agarração. Os cantos da faculdade pareciam ringues de luta-livre. Era se encontrarem e já se atracavam, com beijos insaciáveis e fogo, muito fogo.

Mas Rose resolveu segurar o tchan. Beijos roto-ruter e mãos, tudo bem. Mas dar, agora, nem pensar.

Na terceira semana, Pedro começou a mudar. Parecia impaciente. Sem contar que a mulherada, que tinha dado uma trégua nas duas semanas anteriores, voltou a ciscar em volta dele. E ele parecia um galo carijó. Elas rodeavam e ele estufava o peito, orgulhoso de si. Rose achou que estava implicando. Até que, ao ir procurá-lo na sala dele, ouviu uma conversinha do tipo:

- Aê Pedrão, dando uns pegas na mulézinha, hein? Aquela Rose é uma gostosa.
- É, mas tô cansado de ficar no zero a zero.
- O quê???? Ela não liberou?
Rose ouviu então a voz do mais chauvinista de todos os machos do Universo:
- O Pedrão nem passou o babão na mina ainda? HUAHUAHUAHUAHUA
E então, achando que nada seria pior que isso, ela ouviu:
- Ah, vou acabar desencanando. Sou muito novo pra investir tanto numa mina só. Além disso, mulher no mundo é o que não falta. Tô cheio de mulher dando o maior mole. A Rose tá na minha, total. Mas ela não é nada pra ficar me negando.

Rose ficou azul de raiva. Queria cometer um Pedrocídio. Mas a morte seria pouco. Ela teria que torturá-lo. Fazê-lo sofrer. Ela então controlou seu instinto assassino e não entrou na sala fazendo escândalo. Fez melhor: foi pra casa. Mas antes, deixou um bilhetinho com um amigo dele:
- Oi Zé, entrega pro Pedro?
- Claro gatinha!
E lá foi o Zé:
- Pedrão, tua mina pediu pra te entregar.
E Pedro leu em voz alta:
“Pedro, me liga à noite. Você me deixa louca! Beijo na boca, Rose.”

O chiqueiro inteiro grunhiu. Os porcos amigos de Pedro chafurdavam em volta dele, como se tivessem acabado de receber a ração do dia. Rose, em sua cama, pensava como um cara podia agir assim. Como ainda existiam homens nojentos assim. E a emancipação feminina, o respeito, onde ficam? Pensou naquela carta do War: conquistar todos os territórios; Ela estava cansada de lidar com caras que pareciam estar jogando uma versão desse jogo, como se as mulheres fossem os territórios. Meros acúmulos de material, apenas para satisfazer o apetite de jogador desse tipo de homem. Sim, o objetivo deles era acumular. Mesmo que depois nem saibam o que fazer com tanta mulher. Pior é que eles sempre sabem. Esse tipo de homem só quer encaçapar, nada mais. Ela tinha vontade de gritar com Pedro. Mas decidiu que não valia a pena. Tudo o que ela falasse serviria apenas para ele fazer cara de “cachorro em dia chuvoso de mudança”, pedir desculpas, e, internamente, se gabar de como tinha feito ela ficar brava. (boboboys têm uma satisfação anormal em irritar mulher, ou fazer a mulher fazer ceninha de irritação)

E aí o telefone tocou:
- Alô?
- Oi... sabe quem está falando?
(típica pergunta profundamente arriscada e típica de um boboboy...)
- Sei sim, eu te pedi pra ligar. Tudo bem?
- Tuuuuuuuudo
(gays e boboboys adoram prolongar as vogais)...E aí, o que você está fazendo?
- Estou assistindo "O Corvo". E você?
- Aaaaaaaaaaaaah... que peeeeeeeeeeeeena...
(viram?) Ia te fazer uma proposta... Mas por que você pediu para eu te ligar?
- Não era nada... Mas qual é sua proposta?
(já percebendo a presepada...)
- Sabe o que é? é que eu estou aqui em casa, tãaaaaaaaaao soziiiiiiiiiiiiiiiinho... meus pais viajaram, minha irmã saiu... e eu estava aqui pensando em você.
(e Rose pensando: catzo! que merda é essa???)
- E...
- E se você viesse pra cá, correria um sério risco de eu querer te seduzir....
- Ah, é?
(E Rose com as sobrancelhas quase encostando na raiz dos cabelos de tão levantadas)
- É... ia te fazer uma massagem
(truque velho...) e eu sou muito bom nisso...
- Hum... Imagino... Mas é que nem rola, porque já está tarde e eu quero acabar de ver esse filme pela segunda vez...
- ... Tem certeza? Segunda vez?
- Tenho. Sabe como é. Eu amo esse filme, e o ator principal morreu de verdade na cena dos tiros. Faz o seguinte: amanhã a gente se fala na facul.

- ... ( ele obviamente sem reação. afinal ele é o deus da mulherada...)Então tá...
- Faz o seguinte: liga praqueles seus amigos com quem você estava conversando tão alto hoje na sua sala!
- tututututu...


Depois desse dia, os únicos olhares que Pedro lançou à Rose foram olhares de raiva. E ela, por sua vez, o olhava com desprezo e cantarolava baixinho para ele: “ela pegou meu coração, rasgou, moeu, triturou, deglutiu, comeu. O meu.” Ainda que ao invés do coração, ela tenha rasgado o ego dele. Mas às vezes, o ego ferido dói muito mais.
 

 
Meu mundo caiuuuu

Atenção amigos de MSN Messenger: nossa comunicação diária foi interrompida por motivos de força maior. Cortaram o messenger de todos aqui da empresa. Entrei em crise, me revoltei sexta-feira, mas nada disso adianta. Portanto, resolvi aquietar meu "faxo". Uma hora eles percebem que não é o messenger que impede as pessoas de trabalharem. Digo, pelo menos não a mim. Não sei quanto aos outros.

Bua bua bua. Gostava tanto de bater papo via messenger.... Era meu contato diário com o "mundo exterior". Aqui eu já não falo ao telefone, a não ser a trabalho. Droga viu, saco!
 

22/03/2003
 
Coisinha Bunitcha

Ontem fui à ortodontista dar o primeiro passo na longa jornada de um sorriso perfeito. Não que meu sorriso seja feio. Sorrisos sinceros não são feios, mesmo que seja do Tião Macalé. Mentira, Tião Macalé é feio mesmo. O fato é que ontem fui pegar meu aparelho móvel. Achei que seria um aparelho normal, daqueles que minhas amigas usavam quando tínhamos 12 anos, e que elas tiravam pra comer no MC Donald's quando passávamos tardes de leseira percorrendo 756 vezes todos os corredores de um shopping.

Qual não foi minha (ingrata) surpresa ao ver que é um aparelho horroroso, que cobre meus dentes, e tem uma espécie de pelota ajustativa em ambas as partes (superior e inferior). Com esse troço na boca, sinto meus dentes serem impiedosamente pressionados (ok, é para isso que servem os aparelhos), sinto incômodo (muito, aliás), e nos lugares das pelotas ajustativas parece que estou com um bubaloo gigante na parte de cima E de baixo da boca. Uma pitchula. Sem contar que à noite tenho que apertar as pelotas com uma chavinha. Me sinto com um arreio nos dentes.

Nem adianta um engraçadinho amigo vir aqui e dizer que quer ver, ou me zoar dizendo que vai me ver com essa coisa na boca (huum, frase estranha...). Porque eu só vou usar em casa, ou para dormir. É impossível falar com o aparelho. Minha voz fica pior do que já é. E a dicção então, parece que eu sou o Lima Duarte naquela novela "Meu bem, meu mal", que balbuciava um "eu plefilo melão" depois de se recuperar de um ataque de sei lá o que. Portanto, continuarei com meu sorriso normal, sem nenhuma intervenção aparelhística, no trabalho, nas baladas e afins.

Minha mãe adorou a parte do "não falar". Significa que nos finais-de-semana reduzirei minhas horas ao telefone. E falarei menos nas horas das novelas.

Bah.
 

20/03/2003
 
NNNNNNNNNNNEEEEEEEEEEEEEEEEEYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY
NNNNNNNNEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY
NEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY

GGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Ufa. Obrigada pela atenção. E acho que hoje é melhor me enjaular, porque eu estou atacada.
 

 
E hoje o mundo amanheceu mais triste.

Recebi essa paródia de meu amigo Cabeção:

Os Belicistas - Já Sei Bombardear
(W. Bush, Collin Powell)

Já sei bombardear,
Já sei armar o missil agora só me falta atirar
Já sei invadir, já sei peitar a ONU agora só me falta explodir
Não tenho paciência pra negociação
Eu tenho é mania de perseguição
Não ouço ninguém, acuso todo mundo, o Bin Laden e o Hussein
Não livro ninguém, exploro todo mundo
Acho que o mundo é meu também

Já sei derrubar, já sei jogar a bomba na tua base militar
Eu sou o juíz, e não tô nem aí pra tantas vidas de civis
Peguei experiência com o Afeganistão
Se antes eu falhei, agora num erro não.
Não ouço ninguém, até o Collin Powell
Tá igual a mim também
Não livro ninguém, primeiro o petróleo
Depois Amazônia também

Eu to querendo, Sadam Hussein
Eu to querendo, tudo o que tiver
To te querendo, não tem pra ninguém
To te querendo, petróleo do Hussein...
 

19/03/2003
 
Pronto. O blogger gosta de ser xingado. É isso. É site de malandro.
 

 
Cara, eu vou aniquilar essa merda de blogger. Eu posto, e o post não aparece. Que CUUUU.
 

 
Le Riz avec Poulet, de Camille Barbosê

Sou especialista numa iguaria deliciosa. Chique, muito chique. Arroz com frango. Trata-se de arroz, com frango. Frango fritinho, depois cozido junto com arroz. Cheio de temperinhos, claro, temperos raros, como cebola asiática da terceira colheita, alho marroquino cultivado pelos tuaregs virgens... Uma diliça!

Ontem, estava eu a preparar esse requintadíssimo prato, quando deu uma pane na luz de casa. Na verdade, o zé mané do meu rimão ligou a torneira elétrica da cozinha, e em casa a torneira elétrica deve ficar desligada. Difícil entender isso? Bom, aí tive que cozinhar no escuro. Era uma vela numa mão, a colher de pau (ui!) na outra, e meu irmão iluminando tudo com uma lanterninha vagabunda. Claro que o frango tostou além da conta, mas o arroz ficou até que gostoso. Ou eu é que estava com muita fome.

Falando em fome, tá na hora de matar a fomê! Tá na mesa, pessoal!
 

18/03/2003
 
OPINIÃO e LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Sim, eu estou "tomando as dores" de dois amigos meus, embora eles não precisem de defesa, ainda mais minha. O Marco e a Lilla. Marco, porque é cobrado por uma suposta queda de qualidade no JMC, quando, na verdade, esquecem que ele não tem obrigação nenhuma em ser intelectual ou ter sacadas inteligentes o tempo todo. Ninguém é assim o tempo todo. E blog é pessoal. Como ele mesmo disse, ele não ganha pra escrever o JMC, portanto, não tem direito de ser cobrado de nada. As pessoas podem, claro expressar livremente suas opiniões nos comentários, afinal, é para isso que eles servem. Mas o problema não é opinar. E sim insultar. E é aí que entra o caso da Lillita. Porque um acéfalo entrou no blog dela xingando-a por ela não gostar de Legião Urbana e não endeusar Renato Russo. Pois é, chegamos ao absurdo de alguém ser insultado por não gostar do que a "maioria" gosta.

Opinião, pelo que eu sempre soube, é um modo de ver PESSOAL. Ou seja, não é unificado (dã) e nem deve ser. Mas que merda que é as pessoas serem julgadas por gostarem disso e não daquilo, por escreverem isso ou aquilo. MERDA. Falam tanto em preconceito, de tolerância, mas o fato é que o mundo está cheio de gente que sai por aí insultando gostos, torcendo o nariz para as pessoas que pertencem ou não a esse ou aquele dito "nicho cultural". Ser descolado é questão de conceito. Para uns, é gostar de Renato Russo, criticar Caetano, ou amar Chico Buarque. Para outros, é achar Sandy e Junior o máximo e cantar de cor as músicas da Wanessa Camargo. E uma pessoa não pode ser insultada por não gostar disso ou daquilo. Se eu quiser meter o pau em pseudo-pagodeiros, problema meu. Isso sou EU, e não o mundo todo.

Eu admiro quem sabe criticar sem insultar. Diria até que isso é uma arte. Pra mim, quem critica xingando, perde totalmente a razão. Faz isso por falta de argumentos. Então é simples: não gostou, ficou indignado com a quantidade de besteiras e/ou gosto do autor e não tem como expressar isso sem grosseria? Feche a janela e vá ler outra coisa. Ninguém é obrigado a ler o que não quer.

Uma merda você ter um espaço pessoal, para despejar aquilo que você quer, seja algo bom ou ruim, e vir a "polícia do pensamento" detonando tudo.

Repito, antes que algum maníaco me jure de morte: não concordar é normal. Criticar é normal. Insultar não. Beleza?

E eles sabem se defender sim. Não estou bancando puxa-saco de nignuém. Mas se quiser achar isso, também, dane-se.
 

17/03/2003
 

Isso aê. Eu tô que tô. Mais um texto.

O QUE NÃO FALAR NA HORA DO SEXO (e um exemplo de Joselito Super Dooper)


Cada um fala o que quer para apimentar a hora do “vamo vê”. Uns parecem decorar algum tipo de dicionário do tipo “Maneiras de se chamar uma mulher”, e vão desde o normal “gostosa, bla bla bla, eu vou te (insira aqui o verbo que lhe convier), vem cá minha (insira aqui um adjetivo considerado caliente) até algo exótico como “vem cá minha poodlezinha, que eu vou te tosquiar todinha”. Estranho? Certamente. Mas cada um sabe o que sua cara-metade gosta de ouvir. Há quem goste de falar muito. O espírito do Galvão Bueno incorpora na pessoa na hora do “pega pra capá” e tudo se assemelha à uma narração futebolística: “ui, isso, não tira o time de campo, continue na área. Ops! Aí é impedimento! Ai, isso, vai, continua, vai que é suuuuuuuuuuua”. Há também o tipo “flanelinha”, que vai dando todas as instruções - muitas vezes desnecessárias. Dizer o que gosta é ótimo, mas ir pra cama com alguém flanelinha, seja homem ou mulher, é algo tenso: “mais pra direita. Com mais força. Mais pra cima. Cuidado. Pra trás. Opa! Pra frente. Isso. Agora suavemente, mas vá aumentando o ritmo. Aêêê!!!”

Excentricidades à parte, o falar durante o sexo é questão de gosto. E na medida certa, poderíamos dizer que é necessário pra coisa ficar 100%. Mas é claro que alguns homens se perdem nas frases. Perdem totalmente a noção. Quem perde a noção? Os boboboys, claro!

Frasesinhas de alcova como “vem cá minha mulinha, que eu vou te cavalgar” ou “nossa benhê, a celulite na sua coxa aumentou...” ou pior: “vem cá minha pocotó, que eu vou dar uns tapas na sua bundinha flácida” não são somente repudiadas e detestadas, como nos dão náuseas e fazem o que era erupção virar iceberg (há, claro, os similares das moçoilas para os raapazes – frases broxantes, geralmente com referência ao tamanho e desempenho: “quero pegar no bilauzinho”ou “nossa, parecia maior...”ou ainda “isso... Isso é tudo? Acabou?”)

Esses exemplos são absurdos, mas não impossíveis. O que dizer da história – real – a seguir?

Michele namorou durante uns 7 meses. Um namoro-de-domingo, pois Hélio trabalha ä noite, e ela durante o dia. Mas foi um namoro sim. O rompimento foi um consenso dos dois. Hélio começaria a viajar muito a trabalho, e Michele queria um namorado com quem pudesse contar – e não somente falar ao telefone.

Passados uns dois meses, eles se reencontraram. Um encontro arrebatador. Ele era fogo, ela paixão – como diria Wando. E claro, se na vida tudo acaba em pizza, nesses encontros tudo acaba em cama (ou carro, ou mato, ou elevador – o lugar é o de menos). E lá se foram os dois rumo à cama. E bem no meio do intercurso, Hélio solta a frase:

- Chele, sabe, eu gostei muito mesmo de você.
Fogos de artifício interiores em Michele.
- Que lindo, eu também – disse a flamejante moça.
- Mas preciso te falar. Quando estávamos juntos, eu saí com outra menina.
- ?????????????????????????????
Michele nem conseguia falar.

- É Chele, foram só duas vezes. Quis te contar agora porque achei que era o momento.
E os fogos de artifício se transformaram em bomba nuclear.
- O QUE??? Momento? A gente tá aqui literalmente no meio da coisa toda, e você me diz que é o momento para me dizer que me traiu?
- Não Chele, minha linda, não queria te enganar...
- Me enganar?? A gente tinha pouco tempo pra se ver, e você, quando podia ter saído comigo, saiu com uma vagabunda qualquer?
- Não era vagabunda não. Era uma mina lá do trampo.

Michele sufocou seu instinto Glenn Close, se vestiu e foi embora. Aquilo foi provavelmente a coisa mais inacreditável e absurda que lhe aconteceu. Ela quase virou celibatária. Mentira, isso ela não faria. E, quando achou que Hélio tinha chegado ao limite do inaceitável, recebe a seguinte ligação, apenas uma semana depois do ocorrido:

- Oi Michele, é o Linho... Naquele dia você saiu meio brava... Tudo bem? Está mais calma? Ocupada? Queria te ver, lindinha...

A musiquinha de "Psicose" veio à mente de Michele. Mas ela se limitou a dizer "você ligou errado", e desligou.

(Sim, as partes em negrito são reais)
 

 


Naty: receba meu abraço carinhoso, minha amiga!! E meu ombro também, embora eu esteja longe.


 

 
Lê, meu amiguito, seja bem-vindo!!!!!

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É foda. Você escreve um texto explicando que não pretende meter o pau em todo e qualquer homem, que não quer ser preconceituosa nem generalizar, que, afinal, nem todas as carapuças servem. E aí, o Sr. Foderoso aparece por aqui dizendo que eu preciso mesmo é me apaixonar, e que eu devo estar sozinha. Só faltou me chamar de "mal-comida" e dizer que devo ser feia. Pois então, Vincent, você tem toda a razão. Estou sim, sozinha. Além disso, tenho bafo, não me depilo, sou caolha e desdentada. Isso explica/justifica meus textos?

A Ju disse que nem todas as feministas "coçam o saco" que não têm. Ju, eu sei disso. E eu nem disse isso. Não quis ser preconceituosa para com todos os homens, e acabei sendo com relação às feministas. Sei que o feminismo preconiza a igualdade de direitos entre homens e mulheres. E sou absolutamente a favor da IGUALDADE. Mas totalmente contra a superioridade de um ou de outro. Muitas vezes, o que vejo é que os movimentos feministas pregam uma espécie de "machismo às avessas". Na tentativa de conquistar direitos, acabam defendendo uma suposta supremacia feminina (inexistente, assim como não há supremacia masculina), e se tornam igualmente preconceituosos. O que deixei claro no post é que minha intenção não é sair metendo o pau a torto e a direito. E gente babaca existe em todo o lugar, e de ambos os sexos...

 

 
Economia

Percebi que andava a gastar muito dinheiro. Resolvi economizar. E aí cortei o cabelo, pra economizar shampoo e condicionador. E a conta de luz virá mais baixa, porque com o cabelo curto gasto menos tempo com o secador de cabelo. Uauuuuu!!! Que economia!

Na verdade me deu a louca. E cortei meu cabelo chanelzinho, meio estilo "mulherzinha anos 20". Eu cortei porque estava cansada da minha cara de Maria Madalena arrependida. Agora estou com cara de "melindrosa arrependida". Brincadeirinha. Ficou legal. Bem meigo. Eu gostei. Quem me viu gostou. E você, gostou?

Aliás, falando em chanel, lembram daquele personagem do Rony Cócegas na Praça é Nossa (eca)? Que tinha o cabelo estilo chanel e quase colocava a língua no nariz para falar chanelllllllllllll? Então, ele falava outra coisa idiota: "calma cocada", porque a gravata dele se chamava cocada, e a mesma levantava sempre que passava uma mulher. Pois é, na verdade o que subia era outra coisa. E eu, em minha inocência pueril (sim, já fui inocente) não entendia a analogia gravata que sobe=bilau que sobe. Só fui entender isso depois de adolescente. Que bunitita*!!
 

14/03/2003
 
Não sei porque bato, mas você sabe porque apanha – OU – Nem todas as carapuças devem servir


“Vixe, será que já fiz isso?” ou “Nossa, que absurdo, mina viajante, está generalizando”, ou ainda “Caraca, será que isso é pra mim? Será que fiz isso com alguém?” Se um desses pensamentos passou pela sua cabeça ao ler os textos inaugurais dos boboboys, quero esclarecer alguns pontos antes de você ir ao provador experimentar sua carapuça.

NÃO, de maneira alguma minha intenção é generalizar. Que fique claro e cristalino que nem todos os caras são ou agem assim. Infelizmente devidos às histórias que ouço, vivo, presencio e leio, posso apenas dizer que me parece que caras legais são exceção, quando deveria ser o contrário.

NÃO, não vou passar a concentrar meus posts em falar mal de tudo e qualquer macho. Já disse que meu blog é minha válvula de escape, e eu escrevo o que me der na telha. Escrever é uma das coisas que me desestressa ( e eu ignorarei completamente qualquer pergunta sobre quais outras coisas me desestressam. Mas já que tocamos no assunto... Huuum... Algo com calda de chocolate. Isso. Sorvete com calda). Isso aqui não é blog para falar mal de homens. É blog para falar SOBRE homens, entre muitas outras coisas. E é, antes de mais nada, algo para meu próprio deleite. Porque aqui posso ser egocêntrica o quanto quiser.

NÃO, não hastio cuecas como protesto, muito menos queimo sutiãs. Já disse a um novo amigo leitor “voyeur” que sutiãs são muito caros. Absurdo queimá-los. Nunca fui, nem sou, nem serei feminista, daquelas que parecem querer coçar o saco que não têm, de arrotar publicamente e ruidosamente ou qualquer outra escatologia parecida. Sou partidária do respeito mútuo, acima de qualquer coisa (embora isso seja óbvio). Homens e mulheres sempre serão diferentes. Sempre pensarão de modo diferente, agirão de modo diferente, ainda mais no quesito “relacionamento.”

Meu padrinho costuma dizer que geralmente “mulheres procuram uma razão, e homens procuram um lugar”. Dadas as devidas proporções, é claro, os objetivos começam mesmo, na maioria da vezes, diferentes. Mas as diferenças são sim, enriquecedoras. Estamos aqui para aprender um com o outro, não para sermos iguais. Se fosse assim, teríamos nascido hermafroditas e seríamos praticantes do “auto-sexo”. Como diria minha amiga Lu, “a gente sempre aprende alguma coisa com esses caras. Só não sei o quê.”

Antes que alguém venha me dizer que estou indo contra os direitos conquistados, que eles devem ser iguais, que há séculos as mulheres são oprimidas, bla bla bla, já deixo claro que concordo. Direitos são e devem ser iguais. Pensamentos não (huum, se bem que pagar menos nas danceterias é bem legal... Brincadeirinha...). As mulheres devem impor respeito sempre. E devem também respeitar. Querer igualdade imitando aquilo que sempre criticamos nos homens não é conquista. É burrice.

Para finalizar, quero que fique bem claro: os textos não são 100% autobiográficos.Coleciono histórias de amigas. Se tudo o que eu escrever aqui tiver acontecido comigo, na boa, melhor eu me mudar para Kuala Lumpur e virar monja. Ainda não sou pára-raio de bosta. Além disso, não vou declarar abertamente intimidades minhas. Não exponho determinadas coisas nem para meus amigos chegados, quem dirá no meu blog.

Portanto, claro que há coisas minhas. Mas não somente. Não se esqueçam que as histórias são adaptadas e/ou aumentadas. Aí vão falar “ah, mas então os boboboys não existem”. Calma lá. Nos textos sempre haverá uma indicação do que foi real. Porque eles, os boboboys, estão em toda parte. E prestem atenção: determinadas (faltas de) atitudes masculinas são sim amplamente repudiadas pela mulherada, até mesmo pela mais modernosa. Um exemplo disso? O famoso sumiço pós-coito. Mas como tenho certeza que todos têm consciência disso, não vou falar sobre isso agora.

A carapuça serviu? Utilize-a sabiamente. Ou não. Faça com ela o que bem entender (ui!). Não quero dar lição nenhuma. Quero contar histórias. Se a história incomodou, a única coisa que posso dizer é: preste mais atenção no que você faz. Ou deixa de fazer.

Meninas: Podem continuar a me mandar “historetas”. Meninos, vocês também, podem questionar o que escrevi ou reclamar, desde que polidamente, é claro.

No mais, ficamos assim: o “conteúdo” do meu blog perdurará “imexível
 

13/03/2003
 
EU ME AUTO-CHUPINHEI A MIM MESMA

Esse post eu coloquei no NeuronioDescontrol. Mas ele merece ser colocado aqui também. São minhas amiguitas lindas e vitaminadas! Quem puder, vá direto à fonte, lá também tem foto de meu amigo lindo e carioquinha Rodrigo.

GRANDES BLOGUEIRAS DE SAMPA QUE TENTAM MANTER O ANONIMATO PARA EVITAR O ASSÉDIO POR PARTE DE GARIS, CATADORES DE PAPELÃO E TORCEDORES DO RÁDIUM DE MOCOCA*



(Maninha, Camila Gorpa Cirila e Lady Ox em momento de frege alccólico)

*participação clara de Gravataí Merengue, sempre gentil e prestimoso! Além disso, foi ele quem abrigou minhas fotos para que eu pudesse postá-las. Valeu, Gravatz! Frege pro Gravata!!!
 

 
CLIENTES PREFERENCIAIS "É OUTROS 500"

Pois é, pois é. Fui almoçar com meus coleguitos, sem guarda-chuva - e claro que Murphy deu o ar de sua graça. Começou a chover torrencialmente. Três zézos sem guarda-chuva a 20 minutos a pé da senzala mór. Mas eis que a dona do restaurante disse que nos traria de carro até aqui. Porta a porta. E cheguei sequinha, com o cabelo intacto.

É mano. Vip é vip. Vocês precisam ver a minha entrada triunfal nas baladas de Sampa. Sou chamada pelo nome pelos seguranças. O tapete vermelho se estende...

A última parte é mentira tá? Antes que alguém acredite...
 

12/03/2003
 
A Invasão do Chefe

Caio, você vai ler meus arquivos e seu conceito sobre sua funcionária mudará. *ironia* Da imagem de moça séria, provavelmente você achará que trabalha com uma moça sem noção e que escreve muita besteira. Mas foi você quem pediu. É por sua própria conta e risco!*ironia*
Sugestões sobre melhorias nos meus textos serão muito bem-vindas. E nada de divulgar pela empresa toda!

;-)

UPDATE: Marco Aurélio, blé pra vc.
 

11/03/2003
 
A vida é um jogo, e ele é a bola - MURCHA


(para compreender esse texto totalmente, leia o post anterior)

Josinaldo ligou para Walkyria achando que fosse rolar a festa. Josinaldo se acha realmente a última bolacha fresquinha do pacote. Cantarolava "Sex Bomb" enquanto discava os números. "Esse aí tá no papo". Era pegar a bola, mirar na canaleta e derrubar gloriosamente todos os pinos. Seria a noite do STRIKE (perdoem-me a analogia bolichiana e péssima, mas Josinaldo considera o boliche uma religião. Sempre praticada às sextas, junto com os camaradinhas. Faltar no boliche? Só se for para comer a Ana Paula Arósio e a Camila Pitanga - juntas).

Walkyria demorou a atender. Eele já estava impaciente. O Josinaldinho estava louco para entrar em ação naquela noite. Bom, tudo bem, se ela não atendesse ligaria para Patrícia Talagada, sua eterna segunda opção. O melhor de tudo: o sexo era garantido com as duas. Separadamente, é claro. Se bem que ele poderia um dia desses propor um ménagezinho básico...

- Alô?
- Walzinha? Oi gata... (boboboys sempre te chamam por algum apelidinho ligado a algum animal)
- Oi Jojô! Tudo bem?
- Tudo, minha coelhinha. Ocupada hoje?
- Cansada... Acho que vou ficar em casa.
- Ô gatinha, eu tenho um remédio pro seu cansaço. he-he-he (risadinhas imbecis e piadinhas com referência sexual são características do boboboy. Bem como não aceitar que você diga não a um convite pro sexo)
- Ah é? Tipo o que?
- Tipo... Algo relaxante... Gostoso... Eu até faço uma massagem em você se for o caso.
- Relaxante e gostoso? É dormir? EBA!
- Credo mulher, que moleza. Não é dormir. É beeem melhor...
- Ai Jojô. Estou querendo sair numa boa para conversar. Se for pra sair, que seja pra lugar reservado.
- (o quê? Conversar? Amigo agora? Amigo de mulher é cabeleireiro...) Mas vamos num lugar sossegado. Eu diria até que o lugar é privê.(pior é achar que isso é uma jogada de mestre)
- Poxa cara. Sério. Estou cansada. Só quero conversar.
- Ô gata. Te ver e não te querer é improvável, é impossível... Já disse aquele cantor. Você não me quer mais?(desde quando eu quero ficar de conversê?)
- (sufocando o riso) Hum... Acho que sim, sei lá... Mas quero companhia, entendeu? Carinho. E não só fuck fuck. Entendeu?
- Olha Walkyria. Sejamos claros. Você não quer, tem quem queira.
- É mesmo? Quem?
- A Paty Talagada.
- HAHAHAHAHA. Paty Talagada? Fala sério, que vulgar...
- Tô vendo que entendeu o “talagada”.
- Claro. A única burrice que cometi até o momento foi não ter deixado o telefone tocar.
- Hum. Bo, the point is: tem você e tem ela. Você não quer, perde espaço pra Paty.
- O QUÊ?????
- A vida é um jogo. Entende? Você e ela estão em campo. Disputando a bola. Sabe quem é a bola?
- HAHAHAHAHA, HUAHUAHUAHUA, KKKKKKK. É você, seu bola murcha. Vai lá, fica então com senhora “engole tudo” e me deixa em paz. Conversa com o tutu.
- ?
- TUTUTUTUTUTUTU

Obs: partes em negrito são verídicas.

Então, mulheres do meu Brasil. Garanto que vocês têm muitas histórias de algum boboboy. Querem me contar? Querem suas histórias modificadas um pouco e contadas aqui? Mande um email!. O sigilo é absoluto. MESMO. Mas calma tá, não precisa correr, senão enche minha caixa de entrada.;-)
 

 
BOBOBOYS

A SAGA


Histórias de ficção barata livremente inspiradas em fatos reais. Inspiradas em muita gente, não só em mim (antes que alguma descerebrada venha me chamar de ridícula novamente). Para preservar a identidade de minhas fontes e respectivos rapazolas, todos os nomes serão mudados. Lembrando: todas as historetas têm uma parte ficção e outra realidade.

Comecemos com o esclarecimento. As perguntas que não querem calar:

1 - O que é o boboboy?
2 - Quem é o boboboy?
3 - O que pensa o boboboy?

Para responder à primeira "questã", farei uma simples referência etimológica.

BOBO:Adj. masc. 1. diz-se de pessoa idiotamente babaca, metalmente limitada em determinados momentos. 2. Aquele que padece de bobeira, bobeira essa manifestada em diversos graus, que vão do bobinho, passando pelo tonheba, Joselito suave, ou - e é melhor nem conhecer um desses - Joselito Super Dooper.
Ou seja, boboboy é o cara sem-noção. Mas não no sentido de fazer brincadeirinhas nonsense (essa sou eu). É no sentido de fazer ou falar coisas estúpidas, sem justificativa. Ou agir de maneira grosseira e imprudente, fazendo você ficar com aquela cara de coxinha-de-buteco-da-esquina no fim-do-dia.

BOY: do Inglês: menino, cara, garoto (vocês podiam passar sem essa né?)

A segunda pergunta é mais complicada de ser respondida. O ICCCG - Instituto Comportamental Cirilal Camila Gorpa - ainda não conseguiu definir um único tipo. O boboboy pode ser qualquer um: seu namorado, seu amigo, amante, tico-tico no fubá, seu denguinho, seu pitchulico. Você pode indetificá-lo através do comportamento - babaca - que pode ou não se perdurar durante longos períodos. Algumas vezes, o comportamento boboboy é só por uma noite. Ou se manifesta numa frase. Mas o que iguala todos é que no final, você estará invariavelmente olhando para o dito-cujo com cara de "não é possível que você tenha falado isso".

Felizmente nem todos os homens são boboboys. Mas todos os boboboys são homens. O problema é quando ocorre o o fenômenomeno TRAVECÃO: um boboboy apenas travestido de homem. Usa o invólucro de homem normal, mas é pura balela. A versão ICCCG para o ditado "lobo em pele de cordeiro".

Terceira e (ufa!) última pergunta. Essa é, de longe, a pior de todas. O que pensa o boboboy? Humm... Posso escrever a fórmula de Bháskara ao contrário ao invés de responder isso? Não? Ok. Não sei o que o boboboy pensa, porque ele age sem pensar. Nem ele sabe o que ele pensa. Com certeza em alguns momentos ele utiliza a cabeça dotada de cérebro, e não a cabeça dotada de uretra; mas, devido ao seu comportamento mutante e incoerente, por vezes machista e preconceituoso (apesar de ter "vários amigos gays"), é uma tarefa hercúlea dizer o que o boboboy pensa. Não percamos, porém, nosso tempo com tantas coisinhas miúdas. O melhor é exemplificar. Por isso, logo mais postarei o primeiro exemplo de boboboy.
 

10/03/2003
 
Put some Windex on it!

No filme "Casamento Grego", além do pai da grega (esqueci o nome dela) ter uma mania engraçadíssima de achar que todas as palavras derivam do grego (incluindo a palavra QUIMONO), ele também achava que o limpa-vidros Windex era cura para todos os males. Feridas, queimaduras, luxações - tudo era resolvido com Windex.

Meu chefe é quase igual ao grego nesse ponto. Só que acha que a cura para todos os males é água. Resfriado? Água. Dor de cabeça? Água. Torcicolo? Água. Gripe? Água. Cólica? Água.

Algum imporvável médico que leia isso aqui, poderia me dizer se há alguma comprovação científica nesses conselhos aquosos de meu chefe?
 

 
*momento enxaqueca ON*
Hoje é só segunda-feira. Ainda não são nem nove da manhã. Ainda tenho uma semana pela frente. E eu já tenho ímpetos de jogar o telefone pela janela, ou então - e isso seria muito mais legal - mandar esse povo que me liga prum lugar bem feio e nojento. Por que algumas pessoas têm preguiça de utilizar o cérebro? Quem disse que estou aqui para resolver problemas alheios??? Sifedê.
*momento enxaqueca temporariamente OFF*
 

 
A Lilla, minha sister de coração, realmente me ama

A Lilla é uma moça muito, mas muito legal. Tem tiradas geniais, é muiiito engraçada, e, apesar de ser conhecida como garota-enxaqueca, é muito sensata e amiga. Quem a conhece há de concordar comigo. Bem, o fato é que além de todos esses predicados, ela me ama!!! Sim! Olhem só a foto em minha homenagem que ela postou no ND:



Fala sério. Esse Deus de Ébano, assim, no banho... Ai...

BOM DIA POVO!
 

Eu digo
"Respeito muito minhas lágrimas,
mas ainda mais minha risada."

(Vaca Profana - Caetano Veloso)


E E Ei Mail
Meu E-1/2

Uma galerinha animada aprontando altas aventuras
Greta Garbo foi parar no Irajá
Isso so Acontece Comigo
Jesus, me Chicoteia
Lixomania
Meu Cu
Pensar enlouquece, pense nisto!
Quem se importa
Suburbia Tales
Terra do Nunca Express
Uma Dama não Comenta


Escrevi e gostei
O que o Cirilo tem a ver com isso?
Pai Ze das Inteneti
A Falsa Modernidade
Olhos de Lince
Que fim levou Camila?
Santa Ortografia, Batman!
Show, tudo de bom e fala seeeerio!

Fragmentos do Busao
Introducao ao Mundo do Busao
Os Discipulos de Morfeu
Macho que eh macho nao senta junto
As bolsas assassinas
L'amour dans les busons
Sexo no Busao! E uma historia de Amor

BOBOBOYS
O que eh um boboboy?
Primeira historinha do Boboboy
Nao sei por que bato...
O que nao falar no sexo
E Deus perde pra Capeta
Lisbela e o cara de pau
O elo perdido entre o primata e os boboboys

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